Curinga

Os Curinga (…) tocam, cantam, fazem jogos rítmicos, fazem estardalhaço, pintam a manta. Têm piada. Quem gosta, não tem problemas em insinuar uma dança.”

Isabel Peixoto, JN, 9 de Abril de 2010

No âmbito de experienciar a música e o intérprete, CURINGA significa fingir, imaginar, fantasiar, experimentar, mudar de valor, representar qualquer outro, remexer e trabalhar de novo. É uma mistura energética de variadas expressões musicais Portuguesas e do Mundo, por meio de uma abordagem atrevida e sagaz, capaz de criar no momento o elo entre o passado e o futuro.

Formados em Santa Maria da Feira no final de 2008, os CURINGA partiram da ideia de atuar em recriações históricas, inspirando-se em personagens Medievais tais como o Bobo, o Jogral, o Menestrel e o Trovador, e em melodias medievais provenientes da documentação existente.

A criação de temas originais e composições próprias foi sempre uma aspiração do grupo, o que resultou numa sonoridade muito característica.

Com atuações em Portugal, Espanha e França, o grupo foi marcando presença em mais de 100 eventos, entre recriações históricas, feiras medievais, festas populares, animações de rua, casamentos, concertos, rádio e televisão.

O álbum de estreia "Bardo" já está disponível para venda.

Na história antiga da Europa, "Bardo" era considerado uma figura que transmitia as lendas, as histórias e os poemas, cantando a vida dos seus povos.

Era simultaneamente músico e poeta, sendo mais tarde designado de trovador.

“Bardo” retrata as viagens desbravadas pelos CURINGA, cantando a sua história e transmitindo-a através da música que fazem.

CURINGA, é formado por cinco elementos, entre eles: Bruno Santos, Edwin Pestana, Gonçalo Cruz, Hélder Duarte e Nuno Encarnação.

Para 2016, os CURINGA pretendem continuar a cantar as suas histórias, transmitindo aquilo que realmente os move: a Música.